Imigrantes são cruciais para a recuperação do COVID-19 na Pensilvânia

Por John Vandenberg

Com o estado da Pensilvânia voltando ao trabalho depois da quarentena causada pelo COVID-19 e algumas regiões do estado movendo para a fase verde da reabertura enquanto outras movem para a parte amarela, é importante lembrar que a comunidade de imigrantes é um propulsor econômico na Pensilvânia. Eles já trabalham em indústrias essenciais durante a luta contra o COVID-19, e vão também ser cruciais para a recuperação.

A comunidade varia de donos de pequenas empresas na Main Street passando para funcionários do ramo da tecnologia em centros de pesquisas, e trabalhadores indocumentados na área de construção e jardinagem. Imigrantes compõem aproximadamente 7% da população do estado, e ainda assim correspondem a 10% dos empresários no estado, empregando mais de 189 mil pessoas em todo o estado. De acordo com um relatório da New American Economy, em 2016 empresários não-nascidos nos EUA geraram $120mi de dólares apenas no condado de Allegheny. Pennsylvania SBDC reportou que imigrantes donos de pequenas empresas geraram mais de $2bi no total de renda liquida em 2010. Em 2018, Firmas operadas por imigrantes registraram um total de vendas de $31.1bi, e comandaram o poder de compra de $24.6bi enquanto pagaram $10.2bi em impostos.

O impacto positivo dos imigrantes durante a crise do COVId-19 é tão evidente quanto os dados pre-pandemia. Um total de 16.5% dos trabalhadores da área da saúde nos Estados Unidos são nascidos fora do país; mais de um quarto de todos os médicos não são nascidos nos Estados Unidos. Fora da área da saúde, imigrantes atuam desproporcionalmente em serviços de risco – quase 35% dos trabalhadores da indústria de processamento de carnes são imigrantes (resultando em um número significante em números de casos de COVID-19), e imigrantes essenciais para a cadeia alimentar correspondem a quase um quarto do total de funcionários.

Em suma – a comunidade de imigrantes é crucial na luta da Pensilvânia para voltar ao trabalho e diminuir a duração e intensidade do COVID-19, sem mencionar os resultados de antes da pandemia. Pensilvânia e outros estados têm uma responsabilidade significativa em criar suporte para comunidades de imigrantes e facilitar a atuação deles para colocá-los de volta ao trabalho de maneira segura e eficiente:

  1. Garantindo que cidades e condados postem informações sobre testes e tratamentos da pandemia em outros idiomas, enfatizando que testes NÃO necessitam de comprovação de status e o tratamento não afeta a elegibilidade para residência permanente. Testar a população é crucial para identificar, isolar e diminuir a infestação do COVID-19. Publicar e garantir acessibilidade de idiomas para testes e tratamentos disponíveis é crucial. Exemplos de sucesso incluem Pennsylvania Health Access Network, Community Legal Services em Philadelphia, e o projeto Project Baseline, patrocinado pela Rite Aid. Recursos adicionais devem ser expandidos, especialmente em espanhol e outras línguas, de acordo com a necessidades de cada região.
  2. Assegurar que imigrantes conheçam programas que vão ajudá-los a voltar a ter estabilidade financeira. Imigrantes sem seguro social (SSN) ou famílias onde mais de um individuo tem uma identificação de imposto individual (ITIN) foram excluídos do cheque de estímulo do COVID-19, apesar de imigrantes indocumentados pagarem mais de $11.7bi em impostos federais e estaduais, mais de $139mi apenas na Pensilvânia. O programa de assistência emergencial do estado para ajudar famílias de baixa renda só proveu suporte até o dia 12 de junho, contanto que tivesse fundos disponíveis.
  3. Assegurar que empresas de imigrantes conheçam e tenham acesso a recursos, inclusive financeiros, circulando nas comunidades em que eles servem, formando parcerias ativas na comunidade. Geralmente imigrantes começam seus negócios com a sua poupança pessoal. Um estudo feito no condado de Allegheny notou que 52.5% dos imigrantes usaram suas finanças pessoais para começar o próprio negócio. No mesmo estudo, apenas 2.5% utilizaram o empréstimo de pequenas empresas para abrir o próprio negócio. Barreiras de linguagem podem exacerbar os desafios corriqueiros para iniciar o próprio negócio, já que obter licenças e outras permissões requer igualmente documentação e contato com oficiais municipais que podem ou não ter as habilidades linguísticas necessárias para finalizar o processo com sucesso. O condado de Allegheny tem o próprio centro de recursos para imigrantes e empresários internacionais. O escritório para assuntos de imigrantes na cidade de Philadelphia tem feito parcerias de sucesso com ONGs para assistir empresários a navegar pelo processo de iniciar um negócio e facilitar a entrada de imigrantes altamente qualificados no mercado de trabalho.
  4. Assegurar que comunidades de imigrantes estejam cientes de realidades como wage-theft (quando obrigações contratuais não são respeitadas pelo empregador) e tem os recursos para recuperar ganhos perdidos. Na época do furacão Harvey em Houston, TX, mais de um quarto dos trabalhadores imigrantes foram vítimas de wage-theft. Enquanto Pensilvânia se recupera do COVID-19, e demonstrações mais recentes mostram empresas tentando se recuperar em um só impulso, a reconstrução vai ser feita por imigrantes, tanto documentados quanto indocumentados. Proteger seus direitos, assegurando tratamento justo, e assistindo aqueles que foram prejudicados vai ser importante para a recuperação total. O estado pode ter um papel importante em educar trabalhadores, em idiomas que eles entendem, que wage-theft e discriminação são contra a lei.

Enquanto Pensilvânia segue em frente, o estado de utilizar de cada recurso à sua disposição. Todos os modelos financeiros mostram que os Estados Unidos estão em recessão devido às iniciativas necessárias para o combate à pandemia do COVID-19. A curva para a recuperação vai ser determinada em grande parte pelos esforços do estado em capitalizar cada vantagem que tem para limitar a duração da recessão, e gerenciar seus efeitos na população. A comunidade de imigrantes na Pensilvânia pode e vai ajudar nesse esforço, e o estado da Pensilvânia pode usar os quatro pontos acima para assegurar que todos os habitantes do Commonwealth façam sua parte com o melhor resultado possível.

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Options for Entrepreneurs – Lookin’ to buy?

By W. John Vandenberg

Yesterday we had a chance to look a little bit closer on options for entrepreneurs – those coming to the United States for the purpose of starting a new business.

The good news is there are quite a few options available.  But the bad news is that not a lot of them fit.

So, here’s a list of visas that may fit for an entrepreneur:

– E-1/E-2 Treaty Traders and Treaty Investors

– H-1B/E-3

– B-1/WB Business Visitor

– L-1A/B

– O-1A for Extraordinary Ability

– F-1 OPT

– EB-1 Extraordinary Ability

– EB-5 Immigrant Investor

– National Interest Waiver immigrant visa

There are a lot of choices here.  And only a good immigration lawyer can tell you what may fit, and what doesn’t.  This is an area where law becomes an art, not a science.  And having experience in immigration, embassies, and the USCIS counts can mean the difference between an approval and a denial.  And a denial means your losing time and money, and maybe status.

One of the most exciting pieces of news is that the embassies are viewing Treaty Investors and Treaty Traders more favorably.  If the applicant is from a treaty country, this may be one of the best areas to start.  U.S. Embassies, in contrast to the USCIS, are realizing the importance of attracting entrepreneurs.  So they are willing to grant the E-1/E-2 visas so long as the applicant has the funds at risk, have a good business plan, and meets the requirements as set out in the Foreign Affairs Manual.

The E category is also good because it fits for IT start-ups.  In particular, the E-1 deserves a hard look.  It is based on trade, which must be systematic and continuous.  So you don’t need a large dollar volume, as long as its systematic and continuous.  It depends on what your business is, and what your trading activities are.  The E-1 doesn’t require a substantial investment, unlike the E-2. It requires substantial trade between the United States and the treaty country.  “Substantial trade” between the treaty country and the United States means “greater than 50%.”  And remember – this doesn’t mean 51%; it means, by definition, 50% plus a penny.  And this can be either from the foreign entity *or* the U.S. subsidiary.  Meaning that even if the foreign company does less than 50% trade with the United States, one can set up a U.S. subsidiary and trade with that subsidiary.  And the U.S. subsidiary WOULD BE conducting “substantial trade” with the overseas company, and therefore makes the application approvable.

Trading in what?  Technology.  Commodities.  Services.  That’s all covered by trade.  Which means an IT start-up in the UK that sells services to the United States would qualify.  And that often-auoted $100,000 investment amount just doesn’t count!  You can be a lean start-up and then get your company off the ground in the United States, with the ability to travel back and forth as necessary.

We’ll delve into this in more detail in a future post, but for now it’s good to hear that Embassies are bullish on E’s!